top of page
Buscar
  • Foto do escritorProseg Seguros

Seguro cobre queda de granizo, chuva ou alagamento? Entenda como funciona

Apesar da proteção, é essencial buscar se proteger de situações-problema, tanto para segurança do contratante, quanto para que a franquia cobrada pelo acionamento do seguro seja evitada

Em Minas Gerais, 184 cidades, especialmente no Triângulo, devem ser atingidas por chuvas, ventania e queda de granizo nesta quinta-feira (27), conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Ocorrências como alagamentos, enchentes, e até queda de granizo durante a chuva podem ser uma dor de cabeça e tanto para quem passa por alguma situação emergencial, quanto para quem tem um veículo que é atingido pelas instabilidades temporais. O seguro pode ser útil nesses momentos, desde que seja escolhido da forma correta.

A “cobertura completa”, que inclui o que é chamado de “cláusula compreensiva”, é o ideal para se proteger de quedas de árvore em vias públicas, inundações e danos por granizo – o que não é coberto por planos que incluem apenas danos a terceiros ou assistência 24h.

Apesar da proteção, é essencial buscar se proteger de situações-problema, tanto para segurança do contratante, quanto para que a franquia cobrada pelo acionamento do seguro seja evitada. “Todo seguro em que é contratada a cláusula compreensiva é considerado um ‘seguro total’. É importante que o cliente contrate a cobertura compreensiva, que é aquela que cobre danos ao casco do veículo. Só com planos de danos a terceiros, caso aconteça algum sinistro com o veículo, a apólice não contempla a cobertura. É essencial fazer a contratação correta”, explica Wesley Andrade, Head Minas Gerais da Porto Seguro.

Veja dicas da Porto Seguro

  • Evite dirigir: o ideal é evitar dirigir em momentos de grande volume de chuva, mas sabemos que em alguns casos isso é inevitável. Então é preciso que o motorista redobre a atenção no trânsito e adote algumas medidas de segurança;

  • Pare o veículo em caso de chuva muito forte: a visibilidade fica prejudicada quando a chuva está muito forte. Com isso, o mais indicado é que o motorista estacione o carro em um local seguro e aguarde a chuva passar. Se parar no acostamento, é de extrema importância ligar o pisca-alerta;

  • Não faça ultrapassagens: com a pista molhada, toda manobra fica ainda mais arriscada. Em dias de chuva, com a visibilidade prejudica, ultrapassagens podem ocasionar graves acidentes e devem ser evitadas ao máximo;

  • Dirija com o farol baixo ligado: o Código de Trânsito Brasileiro obriga o uso do farol baixo nas estradas. Essa medida deve ser adotada principalmente nos dias de chuva e também em dias de neblina. O farol baixo melhora a visualização dos outros veículos;

  • Mantenha distância do veículo da frente: essa medida, que é recomendada em tempos secos, é ainda mais essencial nos dias de chuva. Isso ocorre porque com a pista molhada e escorregadia, a distância de frenagem do carro aumenta e facilita as colisões. A distância segura é de 10 metros, o que corresponde a dois carros mais ou menos;

  • Tenha atenção e cuidado com a aquaplanagem: para evitar essa situação, o motorista tem que manter os freios em dia e os pneus em bom estado. Se perceber que o carro perdeu o contato com a pista, é primordial manter a calma, ficar com as duas mãos no volante, tirar o pé do acelerador, não pisar no freio e não virar a direção;


“Pay Per Use”

Outro modelo de seguro para automóveis é o “Pay Per Use”, “Pague Por Uso”, em tradução livre. A categoria só cobra o usuário quando ele estiver usando o veículo. Isso quer dizer que, se o carro não estiver na rua, não há cobrança, por exemplo. “Os contratantes do modelo de seguro Pay Per Use (Pague pelo Uso) rodam, em média, até 300 quilômetros mensais. Registram o menor número de acidentes, roubos e furtos. Em contrapartida, têm melhor preço para este perfil de usuário”, explica o CEO da Thinkseg, empresa que atua no ramo, Andre Gregori.


Fonte: CQCS




bottom of page