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Crimes digitais crescem pós-pandemia e provocam corrida por ciberseguros

Solução visa aumentar a segurança de dados sigilosos e reduzir os riscos de vazamento de informações


Em 2021, o Brasil atingiu a marca do segundo lugar entre os países que mais sofreram ataques virtuais criminosos na América Latina e Caribe, de acordo com levantamento feito pela Fortinet Threat Intelligence Insider Latin America, ganhando uma posição desde o início da pandemia de Covid-19. Por aqui, foram registrados 88,5 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos no ano passado, um aumento de mais de 950% com relação a 2020. Números que saltam aos olhos das empresas que buscam proteger seus dados sigilosos, intensificando a corrida pelo Seguro Cibernético, esta nova e emergente modalidade do segmento, fazendo com que a procura por seguros tenha um aumento de 40% no primeiro trimestre deste ano, como revela pesquisa da Confederação Nacional de Seguros, obtida com exclusividade pela CNN.


O isolamento social e a quarentena provocaram o uso exponencial da internet e das redes de computadores: manter-se conectado se tornou essencial para estudar, trabalhar ou se divertir. Mas este movimento revelou também muitas fragilidades nos sistemas de informações de companhias que precisaram autorizar o uso remoto de suas redes, criando brechas para a atuação dos cibercriminosos e, consequentemente, gerando um aumento nos crimes digitais.

Segundo os dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal (CEACrim), da SSP, o ano de 2020 apresentou um crescimento de 265% nos crimes praticados no ambiente virtual no estado de São Paulo. Já no Rio de Janeiro, os casos de golpe na internet sofreram um aumento de 11,8% do total de crimes, de acordo com o ISP (Instituto de Segurança Pública), e Minas Gerais registrou alta de 50% no mesmo ano, segundo informações da polícia civil.

Os ataques cibernéticos têm por objetivo principal se apropriar de informações e dados sigilosos, e estão se tornando cada vez mais comuns. Para romper este ciclo, consumidores e empresas têm recorrido a diversas formas de proteção de dados. Ao longo dos anos, empresas de seguros têm se adaptado à realidade e às necessidades de seus clientes, propondo soluções que mitiguem futuros problemas. Agora, mais do que acompanhar a evolução da sociedade e de suas necessidades, é preciso antecipar-se a elas para garantir proteção securitária aos clientes. E é neste cenário que os ciberseguros surgem e ganham espaço como uma modalidade inovadora do segmento para proteção de dados sigilosos. Somente nos primeiros três meses de 2022, a procura por seguros cibernéticos cresceu 41,5% quando comparado com o mesmo período do ano passado.

“Esta linha de pensamento conduziu as seguradoras a um novo patamar e possibilitou, através de parceria com o mercado, a criação de serviços e produtos complementares dedicados a esta nova modalidade de risco, como é o caso do Cyber Risk”, explica Gerson Rebello, sócio da Unigets Seguros, que comemora 30 anos de atividades.

O Cyber Risk tem por objetivo cobrir prejuízos causados por ataques cibernéticos de diversas naturezas. “Este é um tema que está entre as mais recentes preocupações das empresas, já que os ataques hacker cresceram mais de 200% desde o início da pandemia, e por mais que busquem ferramentas para deixar seus dados mais seguros, os riscos de uma invasão são cada vez mais reais”, revela Roberto Faria, sócio da Unigets Seguros.

Os produtos de Cyber Risk oferecem coberturas bem amplas, que se iniciam no gerenciamento da crise gerada pelo ataque do hacker e se desdobram em casos de sequestro de informações; violação da Política de Dados pessoais; reclamações por publicações de conteúdo confidencial ou privado; uso indevido de informações confidenciais; falta de disponibilidade de sistemas; destruição, modificação, corrupção e eliminação de dados armazenados em qualquer sistema de computador, chegando até a indenização por perda de lucro líquido em decorrência de um evento de interrupção de negócio. Para Reinaldo Lindo, sócio da Unigets, “o futuro exigirá cada vez mais de nós, por isso temos plena convicção de que precisaremos investir cada vez mais em gente, processos e inovação; afinal, o cliente é o senhor da razão e aquele que nos motiva a evoluir”.


Este é um conteúdo divulgado pela empresa DINO e não é de responsabilidade do Valor Econômico.


Fonte: Valor Econômico

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