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C6 começa a vender produto de saúde


De acordo com uma matéria veiculada pelo Estadão nesta quinta-feira (02), pouco após entrar no mercado de seguros, o C6 Bank dá um primeiro passo nos ramos relacionados à saúde e passa a oferecer um plano odontológico em parceria com a SulAmérica. O banco digital pretende avançar na oferta de seguros nos próximos meses, chegando, inclusive, ao seguro saúde. “Há uma segmentação relacionada à ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), que é a do seguro saúde e do odontológico. Por simplicidade, entendemos que era melhor lançar o segundo odontológico primeiro”, disse ao Estadão o head de seguros do C6, Fabio Basilone. O banco digital espera ter um produto de saúde no começo de 2023, e está conversando com seguradoras.


O C6 Odonto tem mensalidade de R$ 20 nos primeiros seis meses, e de R$ 30 nos seguintes. A contratação e o uso são feitos por meio do aplicativo do banco, e os serviços seguem o rol da ANS, com coberturas para consultas, limpeza, canal e radiografias, entre outros. A aposta é de que o preço baixo e a demanda reprimida durante a pandemia impulsionem o plano.


Segundo Basilone, o C6 já vendeu cerca de 200 mil apólices de seguro desde a entrada no segmento, no ano passado, ante uma base de clientes próxima a 16 milhões de pessoas. O mais procurado até agora é o C6 Tag Rodovia, que fornece assistência e cobertura contra acidentes em rodovias com pedágio. Mas o C6 Conta, que protege contra roubos e transações bancárias feitas sob coação, deve tomar esse posto em breve, afirmou o executivo.


“O seguro é um produto, de modo geral, bem importante para a rentabilidade dos bancos”, apontou Basilone. O C6 planeja, de acordo com ele, aumentar o leque de produtos em seguro de vida, e entrar naqueles relacionados ao seguro automotivo. Em todos os casos, vai recorrer a parcerias.


Além da SulAmérica no odonto, o C6 tem parcerias com a FairFax, no produto de vida, e com a Sura no tag. “A única coisa que me faria propor formar uma seguradora seria o mercado tratar mal a mim ou aos clientes, o que não está acontecendo”, afirmou o executivo.


Fonte: CQCS

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